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	<title>CurioFísica &#187; luz</title>
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	<description>A Física para não Físicos</description>
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		<title>POR QUE SAIMOS COM OLHOS VERMELHOS NAS FOTOS?</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 20:01:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Galeano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Óptica]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
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		<category><![CDATA[Olhos vermelhos nas fotos]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Verificávamos esse fato com maior freqüência há alguns anos atrás, com as câmeras fotográficas analógicas, mas isso ainda acontece com as câmeras digitais, porém com menor freqüência, pois as mesmas possuem dispositivos redutores de olhos vermelhos, mas afinal, por que às vezes ficamos com olhos vermelhos nas fotos?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p style="text-align: justify;">Algumas vezes nos deparamos com alguns olhos vermelhos enquanto tiramos fotos. Verificávamos esse fato com maior freqüência há alguns anos atrás, com as câmeras fotográficas analógicas, mas isso ainda acontece com as câmeras digitais, porém com menor freqüência, pois as mesmas possuem dispositivos redutores de olhos vermelhos, mas afinal, por que às vezes ficamos com olhos vermelhos nas fotos?<span id="more-1879"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Em nossos olhos existe uma estrutura chamada pupila. A pupila é responsável pelo controle de quantidade de luz que entra em nossos olhos. Quando o ambiente está muito iluminado a pupila se fecha para diminuir a quantidade de luz que esta entrando nos olhos, quando o ambiente está escuro a pupila se abre para maximizar a entrada de luz e permitir que o individuo veja o máximo possível no escuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://curiofisica.com.br/wp-content/uploads/2009/11/vermelho.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1880" title="vermelho" src="http://curiofisica.com.br/wp-content/uploads/2009/11/vermelho-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a>Você já deve ter percebido que a grande maioria das fotos onde alguém saiu com os olhos vermelhos foi tirada de noite ou em algum ambiente pouco iluminado. E você também sabe que só podemos <strong>ver alguma coisa porque o mesmo[o objeto] reflete a luz</strong>, e a luz refletida chega aos nossos olhos possibilitando enxergamos determinado objeto.</p>
<p style="text-align: justify;">O interior dos nossos olhos é uma estrutura muito vascularizada, ou seja, possui milhares de vasos sanguíneos e quando a foto é tirada em um ambiente pouco iluminado, a pupila do(a) “modelo(a)” está aberta. Com a pupila aberta, <strong>a luz do flash entra nos olhos e os vasos sangüíneos refletem para a câmera</strong>. Ou seja, aquele ponto <strong>vermelho sobre seus olhos nas fotos é o reflexo dos vasos sanguíneos</strong> do interior dos mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">*Para <strong>evitar</strong> os olhos vermelhos nas fotos, basta você olhar para a lente da camera e não para o flash quando for tira-la.</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Autores: Diego Galeano<br />
Maísa Caldas</strong></p>
</div>
</div><div class="shr-publisher-1879"></div><!-- Start Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetBottom Automatic -->]]></content:encoded>
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		<title>POR QUE É IMPOSSÍVEL ULTRAPASSAR A VELOCIDADE DA LUZ &#8211; PARTE 02/02</title>
		<link>http://curiofisica.com.br/ciencia/fisica/por-que-e-impossivel-ultrapassar-a-velocidade-da-luz-parte-0202</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 12:54:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Galeano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Moderna]]></category>
		<category><![CDATA[Einstein]]></category>
		<category><![CDATA[inércia]]></category>
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		<description><![CDATA[No texto anterior, tentei mostrar por que os físicos dizem que não dá para ultrapassar a velocidade com que a luz corre no vácuo. Disse que era porque a energia tem inércia, inclusive a energia cinética (de movimento). E que essa inércia cresce ilimitadamente quando vamos chegando mais e mais perto da velocidade da luz. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- Start Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><!-- End Shareaholic LikeButtonSetTop Automatic --><div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><div id="attachment_418" class="wp-caption alignleft" style="width: 125px"><a href="http://curiofisica.com.br/wp-content/uploads/2009/03/curiofisica-luz-fogueteed1.jpg"><img class="size-medium wp-image-418" title="curiofisica-luz-fogueteed1" src="http://curiofisica.com.br/wp-content/uploads/2009/03/curiofisica-luz-fogueteed1-115x300.jpg" alt="Foguete Redstone sendo lançado em 1961 (montagem)" width="115" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Foguete Redstone sendo lançado em 1961 (montagem)</p></div>
<p style="text-align:justify;">No texto <a href="http://curiofisica.com.br/ciencia/fisica/porque-e-impossivel-ultrapassar-a-velocidade-da-luz-parte-0102/" target="_blank">anterior</a>, tentei mostrar por que os físicos dizem que não dá para ultrapassar a velocidade com que a luz corre no vácuo.<span id="more-4053"></span> Disse que era porque <em>a energia tem inércia</em>, inclusive a energia cinética (de movimento). E que essa inércia cresce ilimitadamente quando vamos chegando mais e mais perto da velocidade da luz. Assim, seria necessária uma força infinita, e também energia infinita, para conseguirmos acelerar um objeto até essa velocidade. Mas, no final, dei uma dica para se imaginar outras formas de se ultrapassar a luz.</p>
<p style="text-align:justify;">Um truque maquiavélico é o seguinte.</p>
<p style="text-align:justify;">a)      Imagine agora duas naves espaciais bem velozes. Eu estou em uma delas, você na outra. Sua nave está aqui, no Brasil, e a minha está no Japão, do outro lado do planeta.</p>
<p style="text-align:justify;">b)      Você acelera sua nave até que ela tenha 99% da velocidade da luz (em relação à Terra).</p>
<p style="text-align:justify;">c)      No mesmo instante, eu acelero a <em>minha</em> nave na direção contrária até também 99% da velocidade da luz.</p>
<p style="text-align:justify;">As duas naves vão, então, se afastando velozmente uma da outra, com nosso planetinha bem no meio. As duas na mesma velocidade <em>em relação à Terra</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Agora, qual a velocidade <em>de uma nave</em> <em>em relação a outra?</em> Ahá! Temos que somar, não é? Então, 99% + 99% dá 198% da velocidade da luz! Conseguimos ultrapassá-la?!? Sinto desapontá-los: na relatividade, esta conta não funciona assim.</p>
<h2 style="text-align:justify;">A culpa agora é do espaço e do tempo</h2>
<p style="text-align:justify;">E não funciona assim porque há uma outra conseqüência importante da relatividade, de que ainda não falei. Tem a ver com a natureza do tempo e do espaço. Normalmente, o tempo e o espaço nos parecem absolutos: o tempo flui da mesma forma para qualquer pessoa e o comprimento de uma régua é o mesmo para todo mundo. Nada mais natural.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas Einstein descobriu que não é assim. Se eu observar uma nave espacial com um telescópio, daqui da Terra, tudo me parecerá correr mais devagar lá dentro (caso eu consiga espiar pela sua janela), inclusive o correr dos relógios. É o que se chama <em>dilatação do tempo.</em> É o fluxo do próprio tempo que é atrasado. Mas, para o astronauta no foguete, tudo parecerá normal. O fluxo do tempo é relativo a quem observa, da mesma forma que velocidade é relativa.</p>
<p style="text-align:justify;">Além disso, a nave inteira (e tudo o mais lá dentro) me parecerá mais achatada. É o que se chama <em>contração do espaço.</em> E quanto maior a velocidade da nave em relação a quem a observa (no caso, eu), maiores serão esses dois efeitos. Normalmente, eles são muito pequenos (por isso, não foram observados antes do século XX). É preciso velocidades próximas à da luz para se tornarem apreciáveis.</p>
<p style="text-align:justify;">Acontece que velocidade é um conceito que depende do espaço e também do tempo. Pois, pelo modo como a medimos &#8211; quilômetro por hora, por exemplo -, é possível perceber que ela mede nada mais que o espaço percorrido (quilômetros) em cada unidade de tempo (hora). Então a velocidade se comporta também de forma diferente na relatividade.</p>
<p style="text-align:justify;">O resultado é que <em>a velocidade das duas naves não poderá ser apenas somada!</em> A fórmula é mais complicada do que isso e o resultado será menor que a soma. No exemplo acima, das duas naves, a velocidade de uma em relação à outra será de &#8220;apenas&#8221;&#8230; 99,995% da velocidade da luz.</p>
<p style="text-align:justify;">Repare que ainda é um pouquinho mais lento que a luz. <strong><em>A fórmula para composição de velocidades da relatividade é tal que o resultado sempre será menor que a velocidade da luz.</em></strong> Se as duas naves estiverem a 99,99% da velocidade da luz em relação à Terra, a velocidade de uma em relação à outra, feitas as contas, será de 99,999999995% da da luz. E assim por diante. Infelizmente, o &#8220;truque maquiavélico&#8221; não deu certo.</p>
<h2 style="text-align:justify;">Então, tudo que aprendi está errado?</h2>
<p style="text-align:justify;">Tudo isso é radicalmente diferente do que estamos acostumados com a física &#8220;tradicional&#8221;: nela, a inércia, o tempo e o espaço independem da velocidade. Na relatividade, não. Então, a física que aprendemos no colégio está errada?! Não é bem isso. Ela é uma <em>aproximação</em> da relatividade. A relatividade é mais exata, mais precisa. Mas, na maioria esmagadora das situações, não precisamos usar a relatividade e a física clássica funciona perfeitamente bem. Até mesmo os astrônomos usam a física clássica para projetar foguetes e sondas espaciais.</p>
<p><!--[endif]--></p>
<p>Quer saber mais sobre a teoria da relatividade, num texto para não-físicos? Tente aqui:<br />
<strong><a href="http://afisicasemove.blogspot.com/2009/02/o-que-e-teoria-da-relatividade-especial.html" target="_blank">http://afisicasemove.blogspot.com/2009/02/o-que-e-teoria-da-relatividade-especial.html</a></strong></p>
<p style="text-align:right;"><strong>Roberto Belisário<br />
<span style="color:#0000ff;"><a href="http://afisicasemove.blogspot.com" target="_blank"><em>http://afisicasemove.blogspot.com</em></a></span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://afisicasemove.blogspot.com/" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-419" title="a-fisica1" src="http://curiofisica.com.br/wp-content/uploads/2009/03/a-fisica1.jpg" alt="a-fisica1" width="600" height="90" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><em><br />
O Roberto Belisário é um leitor do CURIOFÍSICA e nos enviou tal matéria. Se você também deseja participar do nosso blog basta entrar em contato conosco através do formulário <a href="http://curiofisica.com.br/contato/" target="_blank">clicando aqui</a></em></p>
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